temlvel inimigo que dispunha de 600 navios e 80.000 homens. E tanta era a confianga do Imperador na lialdade dos Portugueses de Macau que ate a frota imperial p6s ao dispor deles, passando ela a ser comandada pelo Capitao portugues Alcoforado o qual, com mais tres capitaes Portugueses, Lulz Carlos de Miranda, Anacleto Josd da Silva e Jose Alves, comandava OS navios Portugueses armados num total de 102 canhoes e 610 homens. Por este feito, que foi uma vitoria retumbante, o priprio Vice-Rti do Kwangtung, em 1809 por um acdrdo de 26 de Novembro, quiz recompensar OS Portugueses estabelecendo que OS Mandarins nunca mais se intrometessem, como faziam por abuso, nos neg6cios da governagao dos Portugueses em Macau. Por impertinfencias de pessoas particulars tem acontecido algumas vezes que, de quando em quando, se tenham produzido incidentes de vizinhos; Sao coisas inevitiveis que Portugal tem levado sempre com polltica de verdadeira amizade. A China oficial reconheceu, como no documento acima referido, que nenhum direito teem OS chineses e outros estranhos de se intrometerem na vida do Governo de Macau. Macau sendo portuguesa e tendo-se desenvolvido em linda cidade que hoje 6, resultou tambem de grande vantagem para OS chineses. Daqui saiu para toda a China a luz da civilizagao latina com a evangelizagao crista, e seguiramse outros beneficios para OS chineses, bem conhecidos da Hist6ria. Como prova do reconhecimento dftstes beneficios, muitos Missionaries foram feitos Ministros do Impdrio, e, ainda em nossos dias, no passeio da colina da Guia, OS chineses quizeram exteriorizar o seu agradecimento ao Governo portugufis em dois lindos alpendres que, em 28 Maio de 1948, foram inaugurados como documento da amizade c gratidao dos chineses para com Portugal. o Sr. Ministro do Ultramar sentir-se-i nesta terra linda de Macau como em Portugal, personificando aquele elo de ouro que irmana chineses com Portugueses desde hi, quatrocentos anos! A documentagao do que aqui se afirma pode encontrar-se nas proprias fontes chinesas mm k Cfr. D'ELIA, Fonti Riciane. PFISTER, CORDIER, e outros historiadores.
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