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que se me oferece solve as "Inspiragocs". E esta, ereiavi, nao e das mais fdceis tarefas a que eu me poderia abalangar, mesmo que so por um grato dever de amizade. Foi sempre condicao sine qua, hdsica, 'para se poder justamente apreciar algo que out rem livesse produzido que 0 indiindno que assume, de vwto-proprio on por incu mbencia alheia, esse papcl rlc . . . critico — seja!— se soubesse e pndesse, antes do maisy colocar no mesmo piano cspiritual do criticado, isto i, se pud,esse i rausferir 'para a posigao do alitor, identificar-se, quanta possivel, com ele, Her como que 11m duplo cspiritual do indvidno cuja ohm se critica, e isto porque "o melhor critico de qualquer obra seria, iiiegavelmente, o proprio autor, no preciso niomento em que, de tudo quanta o ligasse a sua obra, se conseguisse apcnas esquecer, mas esquecer cm ahsoluto, de que fora de si que ela havia saido". Ora aqui, nesta condigao hdsica para a critica, evcontro eu a primeira difiatldade b'isica para criticar, por me reconhecer intciramentc incapaz de me iransfcrir para, a poicao do autor—unia posigdo dc forte suhjectinidade remiuiscente, de interna emotividcule individual rememor ntina, longa de alguns bons anus.

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