0 P 0 B R E ZOI N H Um dia, em carta Aldeia de Portugal, apareceu um pobrezinho, muito velhinho, estendendo a mao k caridade, devido A sua avancada idade. Aquele Cantinho — que era todo cheio de Amor-de-Deus" — nunca lhe negou esmola, participando, assim, 0 pobrezinho, do seu pao, com bastante alegria do seu coracao. Mas...14 longe, fora daquele casario, havia um Lar, para 14 do rio, de que ele mais gostava, nao so por receber dali maior maquia, mas, muito principalmente, pela simpatia que afilha desse Lar lhe dispensava, a ponto de, religiosament?, 0 acarinhar com suas pal Iwas doces e meigo olhar! E assim se foram passando meses e anos, desta vida de desenganos, sem maiores preocupacoes, a nao ser as provocadas por desgaite nestes dois coracoes. A mocinha, que nao tinha mais de vinte e cinco primaveras, era tida, na Aldeia, como beleza sem par, em que sua pureza era guardada pela propria natureza do seu ser! 0 Povoado bem conhecia dos
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