tempo, apresentando, pela primeira vez, uma original proposta para a tradução chinesa do título de d Abelha da China. Estamos esperançosos de que, 200 anos depois, esta iniciativa em forma de livro3 possa servir de testemunho e inspiração a um renovado interesse na história de d Abelha da China e dos seus protagonistas. O pólen que a Abelha trouxe consigo — com seu trabalho, coragem, paciência e liberdade, mas também imprevidência —, aí está. Ainda que muitas vezes lhe falte o rasgo e a insubmissão próprios do pioneiro antepassado, o jornalismo em Macau continua a ser uma realidade, incluindo em língua portuguesa. Que outros duzentos anos se sigam. 3 Em relação ao estilo de referenciação bibliográfica usado no presente livro, optou-se pelo Chicago Manual of Style, segundo as normas da editora e com algumas adaptações, para as fontes secundárias. Para as fontes primárias, arquivísticas sobretudo, mantiveram-se, contudo, as chamadas “Normas Portuguesas”, pois considerou-se que é importante para o leitor ter a referência das fontes em nota, à medida que surgem, e também porque, devido à sua abundância, seria oneroso e difícil enquadrá-las nas normas ditas de Chicago. As siglas mais usadas na presente obra dizem sobretudo respeito a arquivos: AHU (Arquivo Histórico Ultramarino), AHM (Arquivo Histórico de Macau) e AM (o periódico dedicado a documentação de Macau Arquivos de Macau, e que podemos facilmente considerar como sendo ele próprio um arquivo). Bibliografia A Abelha da China. 1822-1823. Macau: Typographia do Governo. Alves, José Augusto dos Santos Alves. 2000. A Opinião Pública em Macau: A imprensa macaense na terceira e quarta décadas do século XIX. Lisboa: Fundação Oriente. Cunha, Alfredo da. 1941. Relance Sobre os Três Séculos do Jornalismo Português. Lisboa: Gráfica Santelmo. Boletim do Sindicato Nacional dos Jornalistas, Sindicato Nacional dos Jornalistas, n.° 1, Lisboa, Maio de 1941. Pires, José Cardoso. 1999. E agora, José?. 2a edição, Lisboa: Publicações Dom Quixote. 13
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