A Abelha da China nos seus 200 Anos Casos, Personagens e Confrontos na Experiencia Liberal de Macau E A B ` LB D矗 遼D CH IN A N0. L 叩mm muIt..- 瑋 .一··"''" ......'" "'"^ "矗'"'一·· ·"',....... _,_ mo。 一· 一·一-巳 `'.......鹹~·......· ..~一·.....`-一•-1......... -,...... _,.. ..... -..__ __... -一-一·...-.......-- 一一-一''. L..-一..-一·' ' 一-- ·--·一·一一一--1,~-- - ·.......... -...-·一一 -一..... --... ·一· .......,...--...-,........一白這-·-"-一 `-...-一一··•-1-_-...·,............... ·一·一·一一-一一 ..-....--......, ...... -....... ..-- ........ G--,`... --一··--...__ ..-..--·--,..-...m中"'-,...-.... -..一·--.....囯屮...,_....曰7..- - Ǝ -.....,....E""....",`U^...--......... .... -...... _,』.............1--..,..,U...,.........- ...-..-·--..0 -... ..^..... m... --一.............占一·-..`這. `- ',`"'"'一· I"',,'"'.......-..........口`-·一 -....。-~........ ·t... `…0.,....... -..... -.............-.......,..........................,..,.. .. -.. _ -........ -"........ -.... `~......... ...... -,'"''"'·一- .-.........-- ... ·一·"'1'"m·..-- · ~--..... -...... ... ..'"'`','``,....., 曰...-一·-七....m 屮.這...........直,.心心 ------·一~一一-一·`... .. -.......---........一··.......·','"','"''.,·一 ... L屯--·.......--1,.._;..('IM, ....... Coordenac;恥 Hugo Pinto Duarte Drumond Braga Centtu Cient!fico e Cultural de Macau, I.P Cl NCIA, TE!:NOI.OGIA ll ENSINO l l Pl'RIOR 4 ^ `, 'lN"'.5ln.n· m U』CA" UHlVI..,nonAmu 國
A Abelha ela China nos seus 200 anos: Casos, Personagens e Confrontos na Experiência Liberal de Macau Coordenação Hugo Pinto e Duarte Drumond Braga Centro Científico e Cultural de Macau, I.P. CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR ^ ^^ >v ^. UNIVERSIDADE DE MACAU UNIVERSITY OF MACAU
Título A Abelha da China nos seus 200 anos: Casos, Personagens e Confrontos na Experiência Liberal de Macau Coordenação Hugo Pinto e Duarte Drumond Braga Coleção História Coordenação: Carmen Amado Mendes Publicado por Centro Científico e Cultural de Macau, I.P. Rua da Junqueira, 30 1300-343 Lisboa - Portugal www.cccm.gov.pt I geral@cccm.gov.pt Tel. (+351) 213617570 Universidade de Macau Avenida da Universidade, Taipa Macau - China www.um.edu.mo | info@um.edu.mo Tel. (+853) 8822 8833 Pré-impressão, impressão e acabamento Multitipo - Artes Gráficas, Lda. Tiragem 800 exemplares Lisboa I 2022 ISBN: 978-972-8586-61-4 Depósito Legal: 504 720/22 © Todos os direitos reservados
ÍNDICE Colhendo o pólen da abelha Hugo Pinto e Duarte Drumond Braga ............................................................ 7 A Abelha da China estudada na Macaulogia Jin Guoping ......................................................................................................... 15 A Abelha da China: a apropriação macaense do discurso político Cátia Miriam Costa ............................................................................................ 23 Edição e sedição em Macau: Paulino da Silva Barbosa e o jornal A Abelha da China (1822-1823) Pablo Magalhães .................................................................................................. 37 O Ouvidor Arriaga e o jornal A Abelha da China Jorge de Abreu Arrimar....................................................................................... 67 The social and political rise of a Macau ‘Natural’ during the period of Liberalism: Antonio dos Remedios (ca. 1770-1841) — I Tereza Sena ........................................................................................................... 93 5
culturais, económicas, políticas e sociais”; tal como “a livre circulação da mercadoria determina a política do justo preço, também a livre circulação das informações determina a política justa”, exemplifica Alves, notando que, “assim definida, a liberdade de imprensa é evidentemente o fundamento de todas as outras” (Alves 2000, 37-38). Era um princípio plasmado no jornal A Abelha da China. Mas a sua defesa, desde os primeiros números, não se limitava ao exemplo da prática, à sua execução; os industriosos redatores devotavam-se, igualmente, a um esforço didático, cientes de que a educação dos leitores era o caminho mais seguro até ao destino desejado, e o mais proveitoso. Por outro lado, acreditava-se na força da demonstração, na clareza da evidência dos argumentos liberais. Não bastava apresentar “o melancólico quadro das fastidiosas sessões da antiga governança”, como se escrevia a 12 de Dezembro de 1822; era também “conveniente o começar a instruir o povo desta cidade”. Macau despertava para outro quadro cultural, outra mentalidade. A Abelha da China não era ainda “esse grande livro de todos os dias e quase todas as horas, em cujas páginas volantes colabora por mil formas a reportagem de todo o mundo” (Cunha 1941, 27), como Cunha descreve (no mesmo artigo do Boletim do Sindicato Nacional dos Jornalistas comemorativo) os jornais de feição mais moderna, mas a vanguardista publicação de Macau estava já munida do espírito e das palavras que iriam definir o futuro. A Abelha da China surge no seio de uma oposição política e, nesse sentido, é um clássico “quarto poder” — de crítica, denúncia, escrutínio, mas também de defesa dos valores próprios do seu campo ideológico, através da instrução, bem como por contraponto à postura que desaprovava no campo oposto. Este papel precursor da Modernidade em Macau é destacado no artigo de Cátia Miriam Costa incluído neste volume, que, por via de uma leitura atenta do jornal e das suas inovações — ao nível das ideias e das práticas, como a publicação de textos de opinião —, expõe os contributos para a introdução, no vetusto estabelecimento português, dos ideais liberais. Através de A Abelha da China, acede-se a uma realidade que “ajuda à construção de uma historiografia que vai para além das atas que ficaram consagradas como documentos oficiais”. Uma vez que estamos em terra de especificidades, a autora também nota que, “apesar de A Abelha da China constituir o que podemos denominar como imprensa colonial, este periódico tem a particularidade de permitir à elite colonial local construir um discurso político e difundi-lo na esfera pública, à revelia das orientações da administração colonial de então”. Mas esta construção, que Cátia Miriam Costa observa resultar nos primeiros movimentos identitários, está mais associada à reivindicação de maior autonomia e do que propriamente de uma independência. Nesse sentido, o jornal, publicado 9
entre setembro de 1822 e dezembro de 1823, permite um retrato da elite colonial de Macau, que era, também, a elite económica e política, como o caso do famigerado Ouvidor tão bem atesta, e não se confinava à exiguidade do território. Noutro traço que também se pode considerar moderno, A Abelha abre as suas páginas como uma janela para o Mundo, indo além das questões internas de Macau, publicando notícias de outros territórios ou países, bem como traduzindo textos de jornais em língua inglesa, francesa e chinesa, oriundos de periódicos editados na Europa e na Ásia. O estabelecimento português concebia-se, assim, como um território em interação com o seu redor, e também com geografias mais distantes. Com efeito, refletindo o estatuto de empório, ainda que decadente, situado entre as margens de dois impérios, por ali circulam figuras, interesses e influências de todas as proveniências. As “redes de sociabilidade ultramarinas” são, precisamente, objeto da análise de Pablo Magalhães, que se focou nos indivíduos “que transitaram entre a América portuguesa e Macau, onde tiveram ativa participação no estabelecimento da Tipografia do Governo e na criação de A Abelha da China. No contexto da Revolução Liberal e Constitucional, o jornal serve como fio condutor para compreender as conexões entre as agitações políticas, seus agentes e impacto no Oriente português”. Neste contexto, destaca-se uma figura algo obscurecida pelo desinteresse da historiografia, Paulino da Silva Barbosa, baiano que, em Macau, viria a personificar o Liberalismo e conduziria os esforços rumo ao estabelecimento de uma imprensa no território — periódica e política. Quem foi este homem? Esta é a pergunta na origem do trabalho de Pablo Magalhães, o investigador que mais a fundo estudou o compatriota, sobretudo as suas origens e as suas motivações. Ao mesmo tempo que responde a algumas questões-chave da sua biografia, este é um trabalho que também assume relevância pelas interpelações que lança, bem como pelas hipóteses e pistas que deixa em aberto. Desde logo, quanto aos motivos para que Paulino da Silva Barbosa seja, ainda hoje, uma figura pouco estudada, à semelhança dos restantes elementos que compunham o núcleo da redação de A Abelha da China. O jornal, consequentemente, viria a padecer do mesmo mal. Na obra Ephemerides commemorativas da Historia de Macau e das relações da China com os povos christãos (1868), por exemplo, o exaustivo A. Marques Pereira simplesmente omite o nascimento de A Abelha da China, mas não se esquece de referir o surgimento do primeiro jornal da colónia britânica de Hong Kong. Em boa verdade, tal não deve surpreender; afinal, a história é escrita pelos vencedores, e os laboriosos redatores de A Abelha, pesasse embora estarem do lado da tendência que o tempo iria validar, acabaram por sair como os derrotados da sua particular história. Conforme Pablo Magalhães sugere, “opor-se à autoridade absolutista pode ter sido um dos motivos pelos quais a sua história tenha sido silenciada”. 10
Mas o movimento no qual Barbosa se inseria, e do qual /I Abelha. viria a fazer parte, uma vez iniciado, muito dificilmente poderia ver a sua marcha terminada. Interrompida, sim. Por breves momentos, no curso infindo da História. É o que, hoje, nos é dado a observar, quando analisamos o caso de A Abelha da China, seus antecedentes e consequências. Neste ponto, é de salientar como Macau se enquadra num verdadeiro movimento global, a um mesmo tempo adstrito à lógica imperial e ao que poderia ser descrito como gene da sua desagregação, com reflexos também na forma como se processa a expansão dos prelos nas ilhas Atlânticas e nos entrepostos portugueses na Ásia, “diretamente vinculada às consequências da Revolução Liberal e Constitucional do Porto, que agitou, no ultramar português, as redes políticas e intelectuais, notadamente orientadas por agremiações e personagens ligados aos quadros da maçonaria”, assinala Pablo Magalhães, apontando para o facto de que esta expansão de parques tipográficos de orientação liberal ter acontecido por iniciativa de agremiações maçónicas. Esta era uma realidade a que Macau não era alheia, mas quando Paulino chegou a Macau para ingressar como professor na escola de pilotos, dominava ainda outra sensibilidade a que presidia — ou reinava, melhor dizendo —, o todo-poderoso Ouvidor Miguel José de Arriaga Brum da Silveira. Não é de admirar, portanto, que a publicação de A Abelha da China fosse considerada um “choque frontal e inevitável entre os simpatizantes da causa liberal e os seguidores do Ouvidor”, escreve Jorge Abreu Arrimar, autor de um artigo incluído neste volume no qual aprofunda a ação de um homem natural dos Açores, que chegou a Macau para dar azo a uma imensa ambição. Além de tutelar “tudo quanto era Administração”, Arriaga “muito cedo começou a esboçar e a elaborar projetos financeiros, sistema de impostos, ajudando mesmo a criar, em 1804, um sistema de contribuições diretas sobre certas mercadorias como o algodão e o ópio”, negócios nos quais se envolvia pessoalmente. Neste quadro, destaca Arrimar, “entre absolutistas e liberais, não se tratava apenas de um confronto ideológico, mas, também, um posicionamento pragmático de diferentes grupos de pressão locais. Do ponto de vista social e económico, estaremos perante uma oligarquia de poucos, mas importantes moradores, que, graças sobretudo ao comércio do ópio cru (anfião), conseguem regalias e títulos de nobreza, numa antecipação notável aos barões do liberalismo, que iriam proliferar em Portugal, a partir de 1822”. O Ouvidor sabia mover-se nestas águas, por vezes, agitadas, “afastando habilmente aqueles que com ele não se identificavam”. Impôs um sistema de “fidelidades”, como designa Arrimar, que lhe granjeou não só um campo de ação progressivamente mais vasto, como também permitiu “neutralizar qualquer oposição”. 11
É certo que a aventura liberal, durante um ano, fez parecer o contrário, mas o arco irregular que leva Arriaga ao poder, o demove e, depois, o reinstaura, dá bem a medida do quão intrincada era a trama colonial que se desenrolava em Macau, tradicional lugar de sofisticados jogos de sombras, aqui adensados por fumos de revolução. No final, ainda que o movimento conservador protegesse o seu peso — que, de algum modo, até saiu reforçado —, aA Abelha da China conseguiu ser, apesar do curto período em que se fez ouvir, um símbolo de resistência ímpar, uma voz insubmissa e corajosa”. Neste espírito, A Abelha inaugura, em Macau, uma visão não oficial das questões administrativas e políticas. Desse modo, enriquece o debate público do período no qual se insere, acrescentando-lhe vozes e matizes, nuances, ao mesmo tempo que vai consubstanciando um corpo que virá a ser determinante na obtenção de entendimento mais próximo daquela realidade. É esta a deixa na qual pega Tereza Sena, que, no trabalho apresentado neste volume, utiliza A Abelha da China como recurso historiográfico alternativo, como memória histórica, além dos documentos oficiais. Em concreto, a investigadora dedica-se à figura de um homem que contribuiu para o ambiente político que serve de enquadramento ao aparecimento do jornal, António dos Remédios, o nome de batismo deste chinês que viria a afirmar-se nos domínios dos negócios, como dono de navio, e da política, como Vereador do Leal Senado. Com este trabalho, pretende-se chamar a atenção para o caso de Macau, no que toca à forma “como as relações histórias e sociais no Império Português eram atravessadas tanto por questões étnicas, culturais e religiosas, e de diversidade, como pelas dinâmicas de fatores políticos, económicos e individuais”, assinala Tereza de Sena, apontando que esta abordagem seminal de Charles R. Boxer deixou de fora, conscientemente, o caso do estabelecimento português na costa chinesa (sendo que foram temas considerados demasiado sensíveis para boa parte da historiografia portuguesa, até recentemente). Como Sena acrescenta, o facto de Macau constituir um caso atípico no seio do Império Português não significa a rejeição de tais problemáticas no estudo da sua sociedade, mesmo que esse foco se limite aos confins da “Cidade Cristã”. É, precisamente, extramuros que se encontra o investigador que abre o volume, Jin Guoping. Um dos mais destacados estudiosos da Macaulogia, o académico presenteia-nos com uma valiosa, e inédita, resenha de uma bibliografia selecionada de estudos chineses sobre A Abelha da China. Assim se pode verificar como o impacto e interesse do primeiro jornal de língua estrangeira em solo chinês extravasou as exíguas fronteiras de Macau, ainda que nem sempre tenha conseguido superar as intangíveis barreiras da cultura e da língua. A esse propósito, Jin Guoping oferece-se para corrigir o que entende ser um equívoco que dura há demasiado 12
tempo, apresentando, pela primeira vez, uma original proposta para a tradução chinesa do título de d Abelha da China. Estamos esperançosos de que, 200 anos depois, esta iniciativa em forma de livro3 possa servir de testemunho e inspiração a um renovado interesse na história de d Abelha da China e dos seus protagonistas. O pólen que a Abelha trouxe consigo — com seu trabalho, coragem, paciência e liberdade, mas também imprevidência —, aí está. Ainda que muitas vezes lhe falte o rasgo e a insubmissão próprios do pioneiro antepassado, o jornalismo em Macau continua a ser uma realidade, incluindo em língua portuguesa. Que outros duzentos anos se sigam. 3 Em relação ao estilo de referenciação bibliográfica usado no presente livro, optou-se pelo Chicago Manual of Style, segundo as normas da editora e com algumas adaptações, para as fontes secundárias. Para as fontes primárias, arquivísticas sobretudo, mantiveram-se, contudo, as chamadas “Normas Portuguesas”, pois considerou-se que é importante para o leitor ter a referência das fontes em nota, à medida que surgem, e também porque, devido à sua abundância, seria oneroso e difícil enquadrá-las nas normas ditas de Chicago. As siglas mais usadas na presente obra dizem sobretudo respeito a arquivos: AHU (Arquivo Histórico Ultramarino), AHM (Arquivo Histórico de Macau) e AM (o periódico dedicado a documentação de Macau Arquivos de Macau, e que podemos facilmente considerar como sendo ele próprio um arquivo). Bibliografia A Abelha da China. 1822-1823. Macau: Typographia do Governo. Alves, José Augusto dos Santos Alves. 2000. A Opinião Pública em Macau: A imprensa macaense na terceira e quarta décadas do século XIX. Lisboa: Fundação Oriente. Cunha, Alfredo da. 1941. Relance Sobre os Três Séculos do Jornalismo Português. Lisboa: Gráfica Santelmo. Boletim do Sindicato Nacional dos Jornalistas, Sindicato Nacional dos Jornalistas, n.° 1, Lisboa, Maio de 1941. Pires, José Cardoso. 1999. E agora, José?. 2a edição, Lisboa: Publicações Dom Quixote. 13
Este volume de estudos de diversas áreas das humanidades tem por foco o primeiro jornal de Macau em língua portuguesa. Imbuída das doutrinas liberais, A Abelha da China foi uma breve, mas intensa publicação periódica (1822-23) que veio dar corpo à ideia de que não há verdadeira liberdade sem imprensa e sem a liberdade desta. Plenamente alinhada com os debates do seu tempo, o seu projeto seria tomado por outros agentes políticos. Todavia, o seu legado de insubmissão acabaria por vingar. Jornal que fez as vezes de boletim oficial, e também de arena de confronto político, não descurou uma dimensão cultural e até literária, pois trazia em si a missão de instruir os seus leitores e de denunciar a tirania absolutista que, mais tarde, em refluxo, se apoderaria do próprio jornal. Assistimos também na Abelha às primeiras articulações de uma ideia de autonomia sempre ligada à oligarquia local. Nesse sentido, o jornal mostra também as alianças e os contactos múltiplos que o atravessam: com a China, onde sempre se enraizou, a Metrópole, o Brasil e Goa. Por entre as suas páginas circulam figuras e influências de todas as proveniências, mostrando como Macau se integrava plenamente nos movimentos políticos e culturais do seu tempo, e onde a comunidade chinesa se encontrava ativa face a eles. E daí os casos, as figuras e os confrontos que gravitam em seu torno, e que os ensaios de historiadores e críticos da cultura e do jornalismo dissecam nesta obra: Jin Guoping, Cátia Miriam Costa, Jorge Arrimar, Pablo Magalhães e Tereza Sena. Duzentos anos depois, este livro mostra um renovado interesse na história de Macau, na história do jornalismo na China e em língua portuguesa, na história sociopolítica e cultural do território. O pólen que a Abelha trouxe consigo - com seu trabalho e coragem - aqui está. Coleção História ISBN 978-972-8586-61-4
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