finais de 1647 e o momento em que se elaborou o catálogo dos jesuítas do Japão (província de que era professo) relativo ao ano de 1648, do qual o seu nome já nâo consta. O último documento em que a sua presença é referida, e onde já se faz menção da sua saúde debilitada, sâo as seguintes atas, que diretamente transcrevemos e traduzimos do manuscrito original, que nos pareceu interessante apresentar, sem embargo da extensão, por forma a possibilitar o conhecimento dos trâmites a que esta sorte de reuniões corporativas obedecia: [73] 'Atas da oitava reunião da Província de Goa depois da separação da do Malabar do ano de 1647. 〃 No ano do começo da Salvação de 1647, a 16 de outubro, de acordo com as normas prescritas pela nossa regra fez-se uma reunião convocada por Manuel de Mendoça, responsável máximo de toda a Província. [...] Sessão primeira // Por conseguinte, em Goa, na casa dos professos [...] então cada um tomou assento no seu lugar: ou seja, à direita do nosso Provincial os professos de quatro votos; à esquerda, os restantes. Ora, foi por esta ordem: padre Provincial, padre António Mendes, padre Francisco de Azevedo, padre Pedro Martins, padre Domingos Pereira, padre António de Figueiredo, Padre Gaspar Luís [os nomes dos restantes participantes podem ver-se no texto latinò\ [...] Depois, foi suscitada a dúvida sobre se deveriam ser excluídos alguns dos que estavam presentes, mas sem direito a tal, entre os quais se encontravam primeiramente os padres Francisco Oliveira e Francisco Quental [...] e em terceiro lugar o padre Gaspar Luís, professo da Província do Japão, mas imediatamente foi admitido, depois de apresentada a carta do nosso reverendo padre Geral Múcio Vitelleschi ao padre Provincial, na qual lhe escreveu que se servisse dos seus serviços nesta Província. Em segundo lugar suscitou-se a dúvida sobre se a reunião tinha visos de legítima, [73 v°] uma vez que aos padres Leonardo Cinamo e Gaspar Luís não haviam sido solicitados os votos de aprovação nas reuniões preliminares relativas à convocação da reunião e ao envio de um procurador; mas satisfez-se de sobejo à dúvida, porquanto o padre Leonardo Cinamo por essa época se encontrava em missão entre os canarins, e a carta escrita nâo chegou às mâos do padre Gaspar Luís. [...] // Sessão terceira // Veio então o quarto dia, marcado para a eleição do Procurador // [...] [74] Por derradeiro, os padres Gaspar Luís, Francisco Quental, Procurador da província do Malabar, e Gonçalo Martins, Procurador desta província, solicitaram instantemente que lhes fosse permitido a partir de então ausentarem-se da reunião; os padres deram o seu consentimento, ao primeiro, devido à fragilidade do seu estado de saúde [・•・『 [73] [Acta octauae congregationis Prouinciae Goanaepost diuisionem a Malabarica anni 1647. IIAnno exortae Salutis 164 7 1 7 cal, Nouembris exforma ab instituto nostro praescripta a totius Prouinciae moderatore Emanuele de Mendoça comitia habita sunt. 4. J Sessio prima 〃 Igitur Goae in domo professorum《 ・J tum suo loco sedere singuli: quattuor uotorum proftssi uidelicet, nostri Prouincialis dexteram tenuere, sinistram 35
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