a música, passando pelo cinema até à literatura, como também na vida quotidiana do povo. Em todos estes momentos de análise, é desenvolvido um trabalho de comparação através do qual seja efetivamente possível comprovar não só que o mito é realidade ainda presente na mente humana, como também, e principalmente, que a forma como esse pensamento nasce e se desenvolve nâo é exclusivo de dada cultura, mas sim do ser humano em geral — ou seja, a capacidade para a elaboração mítica está presente em cada povo, variando, contudo, a forma como as narrativas sâo veiculadas e pormenorizadas. Em jeito de síntese, é o caminho percorrido entre estes pontos que permitirá entender 'A Gramática Universal do Mito: Análise Comparativa e Contrastiva de Mitos Chineses de Origem” como um trabalho que começa com passos lentos e pausados, os quais vâo paulatinamente ganhando velocidade e intensidade. Neste sentido, a monografia obtém uma maior densidade nos capítulos finais, porquanto os dados recolhidos e debatidos nos capítulos iniciais se unem e possibilitam uma visão mais pormenorizada sobre os mitos chineses de origem. 22
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