de [282] terem sido lidas em toda a parte, devem ser guardadas e encadernadas na principal casa ou colégio da mesma província.” [3I・ Cum litterae annuae Romae con- fectae adprouincias mittentur, legantur quamprimum in singulis domibus " collegiis. Et ut coadiutores nostri temporales ex Latinis etiam litterisfructum aliquem percipiant, sit aliquis qui illarum summam aut interpretationem aliquo modo eis explicet. Neque ultra duas hebdomadas retineri debent ut ad reliqua loca citius deferantur: postquam uero [282] ubique perlectaefuerint, in praecipua domo uel collegio eiusdem prouinciae asseruentur et simul consuantur、 5・ A Cochinchina: seu nome, geografia, situação política e começos da missionação e perseguições de acordo com o que escreveram alguns autores jesuítas que nesta intervieram Neste capítulo pretendemos respigar e apresentar com brevidade o que acerca dos itens da respetiva epígrafe escreveram três jesuítas, que estiveram ligados às missões da Cochinchina, embora com protagonismo diferente e também diferenciado conhecimento da realidade sobre a qual se pronunciaram. Começaremos por fazer, por ordem cronológica, uma descrição ou caracterização sumária de cada uma das obras, a que em seguida recorreremos. Em 1631 publica-se o primeiro livro exclusivamente dedicado à região asiática de que aqui nos ocupamos, a Relatione delia nuova missione delli PP delia Com- pagnia di Giesu al regno delia Cocincina, scritta dal Padre Cristofaro Borri, milanese, delia medesima Compagnia, chefu uno de primi ch‘entrorono in detto regno^ Roma, per Francesco Corbelletti, 1631. Trata-se de um livrinho de 231 páginas, no qual, na primeira parte, que termina na p. 102, o Autor se ocupa do estado temporal do reino da Cochinchina, e, na segunda, que vai até ao final, versa o “stato spiritual delia Cocincina.55 O padre Cristoforo Borri15 é sobejamente conhecido pela sua 15 Nasceu na região de Milão, em Corbetca, no ano de 1583, e entrou na Companhia de Jesus em 13 de setembro de 1601. Foi enviado em 1615 para Goa e daí para Macau, donde seguiu para a Cochinchina, onde permaneceu por um par de anos. A saúde frágil impôs o seu regresso a Macau, onde esteve no colégio da sua corporação durante um ano. Daqui zarpou para Goa e em seguida, em 1624, para Portugal. Durante três anos lecionou matemática e astronomia na Universidade de Coimbra. De Lisboa passa a Madrid, onde não se demora, seguindo para Roma, cidade onde morreu em 24 de maio de 1632. No ano anterior obtivera autorização da Companhia para entrar na Ordem de Cister, da qual foi expulso ao fim de poucos meses. Vd. Monumenta Histórica Japoniae /. Textus catalogomm Japoniae, edição crítica, introduções a cada documento e comentários históricos de Josef Franz Schütte, SJ (Roma: Apud Monumenta Histórica Soc. lesu, 1975), 1141. - NOTA: As biografias de membros da Companhia de Jesus que podem ler-se no final desta obra, a todos os títulos monumental, estão redigidas (em latim) fundando-se e citando toda a documentação existente nos 19
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